Mundo de pedras. Humanos de rocha. Sensibilidade de granito. Órgãos de cimento. Monstro sem rosto. No lugar do coração se encontra um pedaço de cascalho maciço. Mas o que importa é minha esperança de barro. Mole. Creme de um afinco puro. O lado ruim de tudo, é que estou começando a ficar cinza. A perversidade é incolor. As ruínas das ruas deve ser um buraco negro, no tom vermelho de Marte. O lado ruim de tudo, é que estou ficando frio. Sem emoção. Tiraram-me o paraíso para me impor as masmorras. Isso tudo acontece pelo fato de tu, oh pobre espirito, ser tão morto como o gelo do mármore.
Mundo de pedras. Humanos de rocha. Sensibilidade de granito. Órgãos de cimento. Monstro sem rosto. No lugar do coração se encontra um pedaço de cascalho maciço.
ResponderExcluirMas o que importa é minha esperança de barro. Mole. Creme de um afinco puro.
O lado ruim de tudo, é que estou começando a ficar cinza. A perversidade é incolor.
As ruínas das ruas deve ser um buraco negro, no tom vermelho de Marte.
O lado ruim de tudo, é que estou ficando frio. Sem emoção.
Tiraram-me o paraíso para me impor as masmorras.
Isso tudo acontece pelo fato de tu, oh pobre espirito, ser tão morto como o gelo do mármore.
(Mael)
parabens pelo poema sensacional e sentimental humanamente desigual de tao emocional.
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