Rogério, tu já vistes que eu estou a sua mercê. Comendo em sua mão, só tenho poeira e incerteza. Há em mim uma fagulha de esperança acesa. Essa brasa esfria-se, por causa de sua frieza e severidade. Agora eu te pergunto: Quantos pedidos vai ser preciso para que tu reative o mural de recados? Quantas poesias vão ser precisas, para te amolecer o coração? Tenha pena de minha pobre alma, que vem diariamente lhe rogar por isso. Volte com o mural, por favor.
Rogério, tu já vistes que eu estou a sua mercê. Comendo em sua mão, só tenho poeira e incerteza. Há em mim uma fagulha de esperança acesa. Essa brasa esfria-se, por causa de sua frieza e severidade.
ResponderExcluirAgora eu te pergunto: Quantos pedidos vai ser preciso para que tu reative o mural de recados? Quantas poesias vão ser precisas, para te amolecer o coração? Tenha pena de minha pobre alma, que vem diariamente lhe rogar por isso.
Volte com o mural, por favor.
Poeta .... es tú ...
Excluirmuito boa noite Rogerio. preciso da cifra de uma musica do cantor martinho da vila. Chamada ai ai ai pro meu amor.
ResponderExcluirda garganta do povo, não da cabeça
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